[mais saúde] fevereiro, 2017

Em fevereiro foquei a consistência dos hábitos e tentei ser mais mindful.

 

Em fevereiro comecei a “descolar” do projeto de 2016; apesar de não ter sido o mais bem sucedido de todos os tempos em termos de resultados, foi muito importante para mim e mudou muito o foco da minha atenção, e por isso sinto que estou a ter dificuldade em deixar partir este projeto.

Assim, em fevereiro procurei pôr enfase em alguns comportamentos que sendo low maintenance vão no sentido de manter mais saúde e ao mesmo tempo vão permitindo desapegar do “ano da saúde”.

No início do mês apanhei alguns vídeos (no fim do post) sobre mudança comportamental e perda de peso (que vem super bem descrita no livro que já tinha referido no ano passado “Mindless Eating” de Brian Wansink, que tem um site ótimo – http://mindlesseating.org/); um deles, particularmente interessante do meu ponto de vista refere-se a um projeto que acompanhou pessoas que perderam peso nos anos subsequentes a essa perda e concluiu que as pessoas que mantêm a perda de peso são aquelas que mantêm os novos hábitos independentemente de qual sejam estas opções (paleo, vegan, dieta da sopa, ou simplesmente comer devagar ou subir as escadas em vez de usar o elevador).

Os comportamentos reportados, vão no sentido da outra literatura que fui acompanhando ao longo do ano: a maioria das pessoas neste estudo começou a ver menos televisão, faz cerca de uma hora de exercício por dia e pesa-se pelo menos uma vez por semana.

Pessoalmente tentei treinar-me em comer mais devagar e mastigar melhor a comida, e comecei a fazer mais exercício (mas não fiz uma hora por dia como gostaria nem de perto nem de longe).

O resultado que para mim tem mastigar melhor as comida é apreciar melhor as coisas que como. Não sei se como menos, mas seguramente fico mais satisfeita e mais contente e isso vale alguma coisa!

book-jcb-elephant.png

Do ponto de vista do mindfulness, comecei a ler o livro “How to train a wild elephant & other adventures in mindfulness” que tem uma série de desafios semanais para ajudar o leitor a ser mais mindful. O livro é bastante claro relativamente à flexibilidade de uso e sequência dos desafios e exercícios. Pessoalmente “estacionei” no desafio “Leave no trace”, que nos desafia a tentar não deixar qualquer indício da nossa presença num dado espaço em que tenhamos estado, porque tem sido muito interessante para mim, mas voltar a refletir sobre o mindfulness está a ser super importante e superinteressante. Recomendo!

Depois de ter feito de 2016 o meu ano saudável, 
decidi continuar a aprender coisas sobre a saúde 
e a focar-me nesta temática mais uns tempos.

Referências

Estratégias comportamentais para perda de peso

 

 

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