Videos that I love

Junho de 2017

“My baby just cares for me” – videoclip original animado da música interpretada por Nina Simone

2017 – maio

“Take off with us” – do filme “All that jazz” de Bob Fosse

2017 – abril

Stevie Wonder: for once in my life.

Gosto da forma como as canções do Stevie frequentemente parece que estão a “começar a meio”, sem crescendo inicial. Assim, pura alegria, sem apresentações, sem vergonhas, só o que é e pronto.

2017 – março

Jon Baptiste é um senhor. Esta interpretação de “what a wonderful world” é maravilhosa, cheia de nuances e surpresas. É uma alegria ouvir Baptiste.

2017 – fevereiro

Encontrei este vídeo quando estava à procura do meu “eu artístico” e antes de decidir tomar o passo de fazer “um ano artístico”. Adoro este vídeo, cheio de diversidade e da celebração da própria identidade. Atitude!

2017 – janeiro

Curta metragem “Head over heels”

2016 – dezembro

No mês do natal, porque não evocar “The nightmare before christmas”? A magia e o entusiasmo de Jack ao descobrir Christmas Town em “What is this?”, contrastada com o susto que alguns habitantes vão apanhando pela sua natureza intrinsecamente tão diversa é deliciosa.

2016- novembro

“Mad world” – de Gary Jules. Esta música andava na minha cabeça em modo repeat, tem o tipo de melodia repetitiva que eu gosto para escrever. Descobrir que lhe corresponde este videoclipe fantástico foi a cereja no topo do bolo.

2016 – outubro

Este vídeo é glorioso.

“Me llamo Amarna Miller, soy actriz porno y nací en un país hipócrita en el que la misma gente que me llama puta, se pajea con mis vídeos. Un país que ama la vida, pero permite que se mate en nombre del arte. Un país indignado por la corrupción, pero que sigue votando a ladrones. Donde se salva a los mismos bancos que desahucian a miles de familias. Un país que se dice laico, mientras y le pone medallas a las vírgenes. Que trata a los que emigran como héroes y trata a los inmigrantes como basura. Un país donde se suponen los guardianes de la moral pueden ser los más peligrosos. Un país donde la prostitución aún no es legal, pero cada año crece el número de clientes. Un país que se cree abierto y tolerante, donde un árbitro recibe amenazas por ser gay. Sí, vivimos en un país asquerosamente hipócrita, pero algunos no nos vendimos” – dito ao som da “Lacrimosa” de Mozart. Muito bom.

2016 – setembro

“The O’Jays perform “Love Train” with Jon Batiste and Stay Human” (agosto de 2016) – 3 senhores, a mostrar como é que se faz, mas a sério. “Ah e tal os tempos de glória já se foram”. E este showmanship? A entrada, os fatinhos a fazer pandã? A coreografia direitinha? E as entradas perfeitamente a tempo e afinadíssimos? Grandiosos. Já vi este vídeo dezenas de vezes e não me canso.

2016 – agosto

Candide – Glitter and be gay, cantado pela Kristin Chenoweth. Candide talvez seja a minha ópera preferida, criada pelo grandioso Leonard Berstein, um génio musical cheio de sentido de humor e sem nenhuma vergonha disso. A interpretação da Kristin, de um ponto de vista técnico, empalidece ao lado de grandes divas como a Natalie Dessay que também cantam esta ária. No entanto, esta interpretação e encenação são excecionais, não deixando grandes dúvidas ao público acerca da peça, cujas ironias passam frequentemente despercebidas. A Kristin Chenoweth com toda a sua teatralidade consegue dar corpo e voz a esta área como mais ninguém.

2016 – julho

2016 – junho

“Ma’agalim – Jane Bordeaux” – cantada em hebraico esta música entra no ouvido e lembra que a música pode ter muitas nacionalidades sem deixar de ser universal. O videoclipe é adorável, ilustrando a passagem do tempo com uma caixinha de música, tudo à volta da menina muda, mas a menina não – que é o que muitas vezes nós sentimos: tudo está diferente, mas nós estamos iguais… O que não é o mesmo que os outros vêem, mas enfim é o que nós sentimos. O vídeo é mesmo bonito, espreitem.

2016 – maio

“Formation” – Beyonce – pertencente ao extraordinário álbum “Lemonade”, este vídeo foi lançado uns meses antes sem grandes explicações e o modo do vídeo no youtube não era público, antes um daqueles vídeos que apenas se se tivesse o link aparecia. O vídeo tornou-se numa espécie de segredo público passado de mão em mão, onde Beyonce lida com assuntos sensíveis de frente, chamando a atenção para questões de raça com toda a força da sua feminilidade.

2016 – abril

“Michelle Dorrance Performs Tap With Jon Batiste & Stay Human” – sapateado pode não ser a coisa mais hip que há, mas este vídeo mostra como se podem trazer velhas tradições para o século XXI. A dança-música de Michelle Dorrance casa perfeitamente com a música de Jon Baptiste e Stay Human, criando um momento de pura alegria.

2016 – março

Sergei Polunin a dançar “Take me to Church” – entretanto foi retirado do vimeo por estar a infringir copyright… Mas continua disponível no youtube! É lindo e não admira que se tenha tornado viral.

2016 – fevereiro

All The Way – a Charles Bukowski poem from Willem Martinot on Vimeo.

2016 – janeiro

“Growing is forever” (Jesse Rosten) eu adoro este vídeo pela qualidade do texto, a forma intimista e mágica como é lida e a parte visual das árvores que são um elemento que me é especialmente querido. Gostaria do vídeo só por estes elementos; a mensagem que transmite especificamente faz com que este vídeo seja mesmo “a minha cara”.

Growing is Forever from Jesse Rosten on Vimeo.